Destaque: Via de mão dupla -- Delegação da China destaca sinergia cultural e fusão tecnológica na Feira do Livro de Londres-Xinhua

Destaque: Via de mão dupla -- Delegação da China destaca sinergia cultural e fusão tecnológica na Feira do Livro de Londres

2026-03-13 14:01:20丨portuguese.xinhuanet.com

Pessoas conversam no Pavilhão da China na Feira do Livro de Londres 2026, em Londres, Reino Unido, em 10 de março de 2026. No Olympia London, onde a Feira do Livro de Londres 2026 começou na terça-feira, o pavilhão da China se destaca não apenas por seu amplo espaço, mas também pelo abrangente ecossistema editorial que apresenta. A delegação editorial chinesa chegou com um impressionante portfólio de mais de 4.000 títulos e uma programação com mais de 40 eventos. Ao longo dos três dias da feira, a programação abrange desde lançamentos de novos livros de grande repercussão e palestras com autores até negociações de direitos autorais e fóruns do setor. (Xinhua/Li Ying)

Por Zheng Bofei e Zhao Jiasong

Londres, 11 mar (Xinhua) -- No Olympia London, onde a Feira do Livro de Londres 2026 começou na terça-feira, o pavilhão da China se destaca não apenas por seu amplo espaço, mas também pelo abrangente ecossistema editorial que apresenta.

A delegação editorial chinesa chegou com um impressionante portfólio de mais de 4.000 títulos e uma programação com mais de 40 eventos. Ao longo dos três dias da feira, a programação abrange desde lançamentos de novos livros de grande repercussão e palestras com autores até negociações de direitos autorais e fóruns do setor.

Da histórica Enciclopédia Yongle aos premiados contemporâneos, o pavilhão da China oferece uma visão abrangente da literatura chinesa. Complementando esses textos físicos, há experiências interativas de realidade virtual e exposições de propriedade intelectual, destacando a fusão dinâmica do setor entre patrimônio cultural, tecnologia digital e desenvolvimento de conteúdo criativo.

Essa abordagem também se reflete na programação da feira. Um simpósio sobre "A China e o Mundo na Nova Era" lançou edições multilíngues, e eventos relacionados às edições em inglês do Relatório de Desenvolvimento da China 2025 e do Relatório de Desenvolvimento Global 2025 inseriram as questões de desenvolvimento chinês em um debate internacional mais amplo sobre o mercado editorial.

Para Marcelino Elosua, fundador e presidente da LID Publishing, essa iniciativa transcende a mera dinâmica de mercado. Em sua apresentação no simpósio, ele disse que publicar não é apenas uma atividade comercial, mas também algo com significado cultural mais forte.

Outros apontaram para uma mudança mais ampla no próprio setor. Peter Reay, profissional da área editorial e tradutor com mais de uma década de experiência vivendo na China, observou que a dinâmica entre a China e os mercados internacionais está evoluindo para uma troca verdadeiramente recíproca.

"Na indústria editorial, acredito que estamos definitivamente falando sobre a mudança, a inversão desse equilíbrio, de um fluxo unilateral para um fluxo bilateral entre os dois", disse ele.

Nicolas Cheetham, diretor-administrativo da Head of Zeus, fez uma observação semelhante após um evento de apresentação das obras traduzidas da escritora chinesa Mai Jia. O pavilhão da China, disse ele, ofereceu a leitores, editores, tradutores e editoras "um lugar para se reunir, se encontrar e trocar histórias, recomendações e empolgação".

"O mercado editorial é baseado nisso. Ele se baseia em paixões e empolgação individual", disse ele à Xinhua.

Agora essa rede se estende além da publicação em sentido estrito. Um evento do setor realizado durante a feira focou na cooperação China-Reino Unido em publicação criativa, com temas que variaram do desenvolvimento de propriedade intelectual para jovens à inovação em conteúdo digital e distribuição internacional.

Como Jiella Esmat, CEO da 8 Lions Entertainment Ltd., disse: "Em última análise, a colaboração traz resultados mais rápidos, melhores e maiores".

A inteligência artificial foi outro tema recorrente na feira, principalmente em relação à tradução e à criação de conteúdo.

"As pessoas não leem livros porque foram feitos de forma eficiente ou conveniente", mas "leem livros pela conexão humana", disse à Xinhua, Jack Hargreaves, um jovem tradutor britânico de literatura chinesa.

Ele alertou que entregar grande parte do processo criativo à tradução automática significaria perder "um aspecto importante e fundamental da escrita, da tradução e da literatura".

O escritor chinês Xu Zhiyuan contextualizou a IA em um panorama histórico mais amplo, dizendo que toda revolução da informação muda a forma como as pessoas se entendem e entendem o mundo, ao mesmo tempo que gera ansiedade e desestruturação.

"Um bom leitor quer se distanciar do mundo real e mergulhar na realidade virtual de outra pessoa", disse Cheetham.

Esmat tem uma visão semelhante, centrada no ser humano. "A IA está mudando muita coisa, mas não tudo", disse ela. "Este negócio é sobre relacionamentos, sobre grandes histórias e sobre colaboração mútua, e a IA não pode substituir isso".

Mulher lê no Pavilhão da China na Feira do Livro de Londres 2026, em Londres, Reino Unido, em 10 de março de 2026.

No Olympia London, onde a Feira do Livro de Londres 2026 começou na terça-feira, o pavilhão da China se destaca não apenas por seu amplo espaço, mas também pelo abrangente ecossistema editorial que apresenta.

A delegação editorial chinesa chegou com um impressionante portfólio de mais de 4.000 títulos e uma programação com mais de 40 eventos. Ao longo dos três dias da feira, a programação abrange desde lançamentos de novos livros de grande repercussão e palestras com autores até negociações de direitos autorais e fóruns do setor. (Xinhua/Li Ying)

Homem visita o Pavilhão da China na Feira do Livro de Londres 2026, em Londres, Reino Unido, em 10 de março de 2026.

No Olympia London, onde a Feira do Livro de Londres 2026 começou na terça-feira, o pavilhão da China se destaca não apenas por seu amplo espaço, mas também pelo abrangente ecossistema editorial que apresenta.

A delegação editorial chinesa chegou com um impressionante portfólio de mais de 4.000 títulos e uma programação com mais de 40 eventos. Ao longo dos três dias da feira, a programação abrange desde lançamentos de novos livros de grande repercussão e palestras com autores até negociações de direitos autorais e fóruns do setor. (Xinhua/Li Ying)

O escritor chinês Xu Zhiyuan discursa na Feira do Livro de Londres 2026, em Londres, Reino Unido, em 10 de março de 2026.

No Olympia London, onde a Feira do Livro de Londres 2026 começou na terça-feira, o pavilhão da China se destaca não apenas por seu amplo espaço, mas também pelo abrangente ecossistema editorial que apresenta.

A delegação editorial chinesa chegou com um impressionante portfólio de mais de 4.000 títulos e uma programação com mais de 40 eventos. Ao longo dos três dias da feira, a programação abrange desde lançamentos de novos livros de grande repercussão e palestras com autores até negociações de direitos autorais e fóruns do setor. (Xinhua/Li Ying)

Pessoas conversam no Pavilhão da China na Feira do Livro de Londres 2026, em Londres, Reino Unido, em 10 de março de 2026.

No Olympia London, onde a Feira do Livro de Londres 2026 começou na terça-feira, o pavilhão da China se destaca não apenas por seu amplo espaço, mas também pelo abrangente ecossistema editorial que apresenta.

A delegação editorial chinesa chegou com um impressionante portfólio de mais de 4.000 títulos e uma programação com mais de 40 eventos. Ao longo dos três dias da feira, a programação abrange desde lançamentos de novos livros de grande repercussão e palestras com autores até negociações de direitos autorais e fóruns do setor. (Xinhua/Li Ying)

Pessoas conversam no Pavilhão da China na Feira do Livro de Londres 2026, em Londres, Reino Unido, em 10 de março de 2026.

No Olympia London, onde a Feira do Livro de Londres 2026 começou na terça-feira, o pavilhão da China se destaca não apenas por seu amplo espaço, mas também pelo abrangente ecossistema editorial que apresenta.

A delegação editorial chinesa chegou com um impressionante portfólio de mais de 4.000 títulos e uma programação com mais de 40 eventos. Ao longo dos três dias da feira, a programação abrange desde lançamentos de novos livros de grande repercussão e palestras com autores até negociações de direitos autorais e fóruns do setor. (Xinhua/Li Ying)

Pessoas conversam no Pavilhão da China na Feira do Livro de Londres 2026, em Londres, Reino Unido, em 10 de março de 2026.

No Olympia London, onde a Feira do Livro de Londres 2026 começou na terça-feira, o pavilhão da China se destaca não apenas por seu amplo espaço, mas também pelo abrangente ecossistema editorial que apresenta.

A delegação editorial chinesa chegou com um impressionante portfólio de mais de 4.000 títulos e uma programação com mais de 40 eventos. Ao longo dos três dias da feira, a programação abrange desde lançamentos de novos livros de grande repercussão e palestras com autores até negociações de direitos autorais e fóruns do setor. (Xinhua/Li Ying)

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