Ampliação: China pede à UE que pare de abusar de ferramentas de investigação de subsídios estrangeiros-Xinhua

Ampliação: China pede à UE que pare de abusar de ferramentas de investigação de subsídios estrangeiros

2026-05-17 17:21:30丨portuguese.xinhuanet.com

Beijing, 17 mai (Xinhua) -- A China espera que a Comissão Europeia corrija prontamente suas práticas erradas, pare com sua supressão irrazoável às empresas chinesas e pare de abusar das ferramentas de investigação sob o Regulamento de Subsídios Estrangeiros (FSR, sigla em inglês), disse um porta-voz do Ministério do Comércio no sábado.

O porta-voz também instou a Comissão Europeia a oferecer um ambiente de negócios justo, equitativo e previsível para as empresas chinesas que investem e operam na Europa.

As declarações foram feitas em resposta a uma pergunta sobre uma declaração emitida pelo Ministério da Justiça da China em 15 de maio, que afirmou que a investigação transfronteiriça relevante da União Europeia (UE) sobre a empresa chinesa Nuctech sob o FSR constituiu jurisdição extraterritorial ilegal.

O porta-voz disse que a China tem se oposto consistentemente ao abuso da UE de ferramentas unilaterais como o FSR para reprimir empresas chinesas.

Recentemente, o lado da UE não apenas aumentou a frequência e ampliou o escopo das investigações direcionadas a empresas chinesas, mas também intensificou suas investigações sobre empresas como a Nuctech para investigações aprofundadas, observou o porta-voz.

O lado da UE também forçou instituições bancárias chinesas a cooperarem com as investigações, enquanto exige de forma irrazoável uma grande quantidade de informações baseadas na China, de âmbito amplo e sem relação com as investigações, acrescentou o porta-voz.

Tais práticas tiveram um impacto negativo sério sobre os investimentos e operações comerciais normais de muitas empresas e instituições bancárias chinesas na Europa, acrescentou o porta-voz.

Em janeiro de 2025, o Ministério do Comércio da China determinou, por meio de uma investigação, que as práticas da UE relacionadas ao FSR constituíam barreiras comerciais e de investimento, e instou a UE a corrigir tais práticas, apelando também para uma gestão adequada das divergências por meio do diálogo, disse o porta-voz.

No entanto, a UE persistiu em seu caminho errado e aprofundou-se ainda mais nesse caminho equivocado, observou o porta-voz.

A China sempre defendeu que as divergências devem ser administradas por meio do diálogo e de consultas, e espera que a UE trabalhe com a China na mesma direção e resolva a questão por meio de consultas amistosas, disse o porta-voz.

A China acompanhará de perto as ações relevantes da UE e tomará as medidas necessárias para salvaguardar firmemente a segurança nacional, bem como os direitos e interesses legítimos das empresas, acrescentou o porta-voz. Fim

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