Beijing, 22 abr (Xinhua) -- É muito claro que não existe mais nenhum chamado "presidente da República da China" no mundo. Qualquer pessoa que ostente esse título falso está agindo contra a história e apenas atrairá vergonha sobre si mesma, afirmou na quarta-feira um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China sobre o "adiamento da visita de Lai Ching-te" a Eswatini pelas autoridades de Taiwan.
Observando que todos os países africanos, com a única exceção de Eswatini, estabeleceram relações diplomáticas com a China, o porta-voz disse que esses 53 países, juntamente com a União Africana, adotaram a Declaração de Beijing na Cúpula de 2024 do Fórum de Cooperação China-África.
Eles reiteraram em muitas ocasiões que defendem firmemente o princípio de Uma Só China, que existe apenas uma China no mundo, que Taiwan é parte inalienável do território da China, que o Governo da República Popular da China é o único governo legítimo que representa toda a China, e que apoiam firmemente todos os esforços do governo chinês para alcançar a reunificação nacional, disse o porta-voz.
A China elogia vivamente o compromisso dos países relevantes com o princípio de Uma Só China, que é plenamente consistente com o direito internacional e as normas básicas que regem as relações internacionais, disse o porta-voz.
O princípio de Uma Só China é para onde se inclina o arco da história e se direcionam as tendências da opinião pública, e defendê-lo é a coisa certa a se fazer, disse o porta-voz, observando que ninguém jamais poderá impedir a eventual reunificação da China, e que as tentativas separatistas voltadas para a "independência de Taiwan" são simplesmente fúteis e estão fadadas ao fracasso.

