
(Xinhua/Li Xiang)
Beijing, 5 jan (Xinhua) -- A China está disposta a fortalecer a comunicação estratégica com a Irlanda, aprofundar a confiança política mútua e expandir a cooperação pragmática para beneficiar os povos de ambos os países e dar impulso às relações China-UE, disse o presidente chinês Xi Jinping nesta segunda-feira.
Ao reunir-se com o Taoiseach (primeiro-ministro) da Irlanda, Micheal Martin, em Beijing, Xi disse que a China está disposta a fortalecer a cooperação econômica e comercial com a Irlanda, alinhar estratégias de desenvolvimento em áreas como inteligência artificial, economia digital, medicina e saúde, promover investimentos bidirecionais, aproveitar as forças um do outro, compartilhar oportunidades e buscar o desenvolvimento comum.
Os dois lados devem fortalecer a cooperação em educação, cultura e turismo para fomentar maior afinidade entre pessoas, e a China acolhe mais jovens irlandeses para estudar e intercâmbio, disse Xi.
Tanto a China quanto a Irlanda apoiam o multilateralismo e defendem a equidade e justiça internacionais, acrescentou Xi, ao mesmo tempo em que insta os dois lados a fortalecerem a coordenação e cooperação em assuntos internacionais, manter conjuntamente a autoridade da ONU e tornar o sistema de governança global mais justo e equitativo.
Xi disse que China e a UE devem ter em mente o panorama de longo prazo, manter a posição de parceria e encarar e lidar com as diferenças de forma objetiva e racional para trabalhar por uma cooperação vantajosa para todos os ganhos.
Como a Irlanda ocupará a presidência rotativa da UE na segunda metade deste ano, a China espera que a Irlanda desempenhe um papel construtivo na promoção do desenvolvimento saudável e estável das relações China-UE, disse o presidente chinês.
Observando que a Irlanda adere firmemente à política de Uma Só China, Martin afirmou que o país está comprometido em desenvolver a parceria estratégica para cooperação mutuamente benéfica entre os dois países.
A Irlanda está disposta a aprofundar a cooperação com a China em comércio, investimentos, ciência e tecnologia, biomedicina, energia renovável, inteligência artificial, educação e outras áreas, observou Martin.

(Xinhua/Yan Yan)

