China adota nova estratégia de segurança energética, segundo livro branco
Beijing, 21 dez (Xinhua) -- A China adotou uma nova estratégia de segurança energética, prometendo promover reformas no abastecimento e consumo, construção de mercado e inovação de energia, ao mesmo tempo em que fortalece a cooperação internacional, de acordo com um livro branco divulgado nesta segunda-feira.
A estratégia, com reforma principalmente em quatro aspectos e cooperação internacional abrangente, se esforça para se adaptar às mudanças domésticas e internacionais e atender aos novos requisitos, relata o documento intitulado "Energia na Nova Era da China".
REFORMA PARA MELHORAR A ESTRUTURA DE CONSUMO DE ENERGIA
Uma das reformas em andamento é melhorar a estrutura de consumo de energia do país, por meio da contenção do consumo desnecessário. Para esse fim, a China reforçou o controle do consumo total de energia e da intensidade do uso, reforçou a conservação em todas as áreas do desenvolvimento social e econômico e tomou medidas para ajustar sua estrutura industrial, promover a conservação de energia no processo de urbanização e desenvolver um sistema de transporte verde e de baixo carbono.
REFORMA PARA DIVERSIFICAR O FORNECIMENTO DE ENERGIA
Para otimizar e diversificar sua estrutura de abastecimento de energia, a China tem promovido vigorosamente a utilização limpa e eficiente de energia fóssil, priorizando o desenvolvimento de energia renovável, desenvolvendo a energia nuclear de maneira segura e ordenada e aumentando a proporção de energia não fóssil na estrutura de fornecimento. A exploração e o aproveitamento de recursos de petróleo e gás também são aprimorados.
REFORMA PARA ATUALIZAR TECNOLOGIAS DE ENERGIA
A China está implementando uma estratégia de desenvolvimento movido pela inovação, construindo um sistema que fomenta a inovação em tecnologias de energia verde, e atualizando tecnologias e equipamentos de energia de maneira integral. A pesquisa básica no setor, inovação em tecnologias genéricas e disruptivas e inovação original e integrada foram fortalecidas. A China também começou a integrar tecnologias digitais, big data e inteligência artificial com tecnologias para a exploração e o aproveitamento de energia limpa e eficiente, com foco em tecnologias de energia inteligentes, a fim de promover novos motores de crescimento para a atualização industrial.
REFORMA PARA PROMOVER UM CRESCIMENTO MAIS RÁPIDO DO SETOR
A China tem se esforçado para formar um mercado unificado e aberto com concorrência ordenada, promovendo a reforma dos preços de energia, a fim de criar um mecanismo no qual o mercado determina o preço. O país também se esforça para simplificar a administração governamental por meio de reformas, fortalecer o planejamento e a orientação de políticas para o setor de energia e melhorar o sistema regulatório do segmento.
COOPERAÇÃO GLOBAL PARA SEGURANÇA ENERGÉTICA EM AMBIENTE ABERTO
A China tem promovido uma cooperação abrangente com outros países para realizar a segurança energética em um ambiente aberto. Sob o princípio da igualdade e benefício mútuo, a nação está abrindo mais amplamente suas portas para o mundo. O país promove o desenvolvimento de energia verde e sustentável sob a Iniciativa do Cinturão e Rota e se esforça para melhorar a conectividade da infraestrutura de energia. Como participante ativo da governança energética global, a China vem aumentando a cooperação e o intercâmbio no setor com outros países, facilitando o comércio e os investimentos internacionais em energia. O país também se juntou à comunidade internacional na construção de um novo modelo de cooperação energética, mantendo a estabilidade do mercado de energia e salvaguardando a segurança energética comum.
FILOSOFIAS ORIENTADORAS PARA FORMULAÇÃO DE POLÍTICA
O livro branco também define as filosofias que orientam as políticas de energia da China na nova era: colocar as pessoas em primeiro lugar, promover o uso de energia limpa e de baixo carbono, garantir o status central da inovação, buscar o desenvolvimento por meio de reformas e construir uma comunidade global de futuro compartilhado.
"Confrontada com o severo impacto das mudanças climáticas, a China defende uma comunidade global com futuro compartilhado, maior cooperação internacional na governança energética e uma nova rodada de reforma energética direcionada ao desenvolvimento limpo e de baixo carbono", aponta o documento.
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