Desemprego e pobreza aumentam na capital do Equador devido ao COVID-19

2020-09-13 14:46:25丨portuguese.xinhuanet.com

Quito, 11 set (Xinhua) - A nova pandemia de coronavírus (COVID-19) agravou o desemprego e a pobreza na cidade de Quito, capital do Equador e atual epicentro do vírus no país, disse na sexta-feira o prefeito de Quito, Jorge Yunda.

Em uma entrevista coletiva virtual, Yunda disse que Quito precisa "urgentemente" reativar sua economia e voltar ao normal após seis meses de restrições, acrescentando que a capital está "passando pela mais atroz taxa de desemprego da história da cidade".

Até quinta-feira, Quito havia registrado 23.583 casos de COVID-19 e viu uma escalada de infecções desde 3 de junho, quando a quarentena foi relaxada para reativar a economia.

A pandemia prejudicou gravemente a economia do país e gerou alto desemprego. Em junho, o desemprego estava em 13,3 por cento, o que significa que mais de 1 milhão de pessoas estão sem trabalho em todo o país, de acordo com o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos.

Nesse ínterim, Quito registrou 22,8 por cento de desemprego, com a Câmara de Comércio de Quito estimando que a cidade viu a perda de mais de 100.000 empregos formais.

O estado de emergência do país terminará no dia 13 de setembro e não haverá mais restrições à mobilidade ou reuniões, embora em Quito a reabertura seja gradual e algumas restrições continuarão sendo aplicadas para diminuir a propagação da infecção.

"Não podemos mais parar, temos que continuar reativando. Não há economia que possa suportar ou aguentar tanto confinamento", acrescentou Yunda.

 

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