(Multimídia) China pede que certos países parem de usar os direitos humanos para se intrometer nos assuntos internos dos outros

2020-07-03 12:17:30丨portuguese.xinhuanet.com

Artistas dançam durante o Festival do Barco do Dragão em um parque de exposições da herança cultural intangível no distrito autônomo da etnia Tadjique de Taxkorgan, na Região Autônoma Uigur de Xinjiang, no noroeste da China, em 25 de junho de 2020.(Xinhua/Hu Huhu)

Beijing, 3 jul (Xinhua) -- O Ministério das Relações Exteriores da China pediu que certos países corrijam seus erros nas questões dos direitos humanos, abstenham-se de politizar as questões relevantes ou praticar padrões duplos e parem de se intrometer nos assuntos internos de outros países.

O porta-voz Zhao Lijian fez as observações nesta quinta-feira em uma coletiva de imprensa ao comentar as recentes alegações da União Europeia no Conselho de Direitos Humanos da ONU sobre as questões dos direitos humanos relacionadas a Xinjiang.

Um pequeno número de países tem exaltado as questões relacionadas a Xinjiang em eventos multilaterais desde o ano passado, disse Zhao, mas muitos países amigáveis e em desenvolvimento apoiam firmemente a posição da China e elogiam as enormes conquistas do país em suas ações contra o terrorismo e a desradicalização em Xinjiang.

Zhao revelou à imprensa que 46 países aprovaram esmagadoramente uma declaração conjunta no conselho, reiterando seu apoio às políticas de governança da China em Xinjiang. Ele afirmou que isto mostrou que "as tentativas de alguns países ocidentais de difamar Xinjiang e criticar a China de forma irresponsável fracassaram mais uma vez".

Ele também apontou que as questões enfrentadas por Xinjiang são o antiterrorismo e a desradicalização, em vez de raça, religião e direitos humanos, e o governo chinês tomou uma série de medidas em conformidade com a lei.

"Agora, essas medidas reverteram a situação", disse Zhao. "Em mais de três anos, nenhum incidente violento e terrorista ocorreu em Xinjiang. E essas contribuições positivas feitas pela China são reconhecidas pela comunidade internacional."

Zhao destacou que a China está trabalhando com todas as partes para assegurar que os mecanismos multilaterais de direitos humanos obedeçam aos propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas, enquanto as questões de direitos humanos devem ser tratadas de forma objetiva, justa e não seletiva.

A China é contra certos países usarem os direitos humanos como pretexto para interferir nos assuntos internos de outros países, disse Zhao, acrescentando que "pedimos que eles corrijam seus erros, abstenham-se de politizar as questões relevantes ou praticar padrões duplos e parem de se intrometer nos assuntos internos de outros países".

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