(Multimídia) Entrevista: Motores econômicos domésticos da China estão fortes, diz acadêmico norte-americano

2020-05-23 19:14:21丨portuguese.xinhuanet.com

Turistas admiram a vista do horizonte da área de Lujiazui no Bund em Shanghai, leste da China, em 6 de janeiro de 2020. (Xinhua/Wang Xiang)

Washington, 23 mai (Xinhua) -- Os motores domésticos para a economia chinesa estão muito melhores e a atividade econômica doméstica chinesa melhorou muito no último mês, disse um acadêmico dos EUA à Xinhua.

Em uma entrevista por vídeo, Geoffrey Garrett, reitor da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, disse que "obviamente a China está vários meses à frente do Ocidente, e parece que a atividade econômica doméstica chinesa tem melhorado muito no último mês", referindo-se à recuperação da China do impacto da COVID-19.

Ele acreditava que o problema para a China agora seria a demanda global. "O fato de que não haverá demanda global no segundo semestre deste ano obviamente reduzirá a recuperação da China, mas os impulsionadores domésticos para a economia chinesa estão parecendo muito melhores a cada dia."

A China iniciou na quinta-feira a sua alta temporada política anual. Espera-se que as "duas sessões" deste ano destaquem o impulso final da China no alívio da pobreza e a conclusão da construção de uma sociedade moderadamente próspera em todos os aspectos. Espera-se que tal progresso impulsione seu crescimento econômico.

Garrett disse que "2021 será um grande ano para a China, com um monte de metas, a serem cumpridas até lá".

Ele explicou que embora "2020 seja um ano incrivelmente difícil para todas as economias do mundo", "nunca devemos perder de vista sobre o fato do que aconteceu na China desde 1978 é provavelmente o maior milagre econômico da história do mundo".

"Tirar 700 milhões de pessoas da pobreza em três ou quatro décadas é simplesmente extraordinário", disse ele, em referência aos esforços da China de alívio da pobreza.

Falando sobre cooperação internacional na pandemia da COVID-19, o especialista disse: "Eu esperaria que a China possa e deva ser um protagonista em qualquer resposta internacional à pandemia".

Ele acredita que a colaboração internacional está ausente até agora em resposta à pandemia. "E espero que possamos mudar isso. Claro que tem que ser respostas nacionais também, mas acho que a ação internacional coordenada é muito importante", disse ele.

Representantes da 13ª Assembleia Popular Nacional (APN) caminham para o Grande Palácio do Povo para a reunião de abertura da terceira sessão da 13ª APN em Beijing, capital da China, em 22 de maio de 2020.(Xinhua/Xing Guangli)

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