Brasil apoia plano dos EUA para Israel e Palestina
Rio de Janeiro, 29 jan (Xinhua) -- O governo brasileiro se posicionou nesta quarta-feira a favor do plano apresentado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para solucionar o conflito entre Israel e Palestina, e afirmou que "configura uma visão promissora para que, depois de sete décadas de esforços infrutíferos, retomar o caminho rumo a tão desejada solução do conflito".
Em um comunicado, a chancelaria brasileira afirmou que "a proposta, que visa a convivência pacífica e viável, tanto do ponto de vista de segurança como territorial e econômico, do Estado de Israel e de um Estado palestino, constitui um documento realista e, ao mesmo tempo, ambicioso".
Trump anunciou na terça-feira seu plano para solucionar o conflito entre Israel e Palestina, no qual prevê dois estados, o de Israel e o de Palestina, que passaria a ser reconhecido pelos EUA como um país soberano. O plano também considera que Jerusalém é a capital indivisível de Israel e estabelece que todos os assentamentos da região serão israelenses.
Em contrapartida, promete investir US$ 50 bilhões na Palestina na próxima década, novas terras no deserto e conectar seus territórios separados por túneis com trens de alta velocidade.
Para o governo brasileiro, o plano de Trump "contempla aspirações tanto de palestinos como de israelenses, incluindo aspectos fundamentais como a erradicação do terrorismo, a existência do Estado de Israel com segurança para sua população, o estabelecimento de um Estado palestino democrático e comprometido com a paz, a viabilidade territorial e a criação das condições econômicas indispensáveis para uma grande elevação do bem-estar do povo palestino".
O plano de Trump foi rejeitado imediatamente pelo presidente palestino, Mahmoud Abbas, enquanto o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se mostrou a favor.
Para o Brasil, "trata-se de uma iniciativa valiosa que, com a boa vontade de todos os envolvidos, permite vislumbrar a esperança de uma paz sólida para israelenses e palestinos, árabes e judeus e para toda a região".
O comunicado da chancelaria exortou ainda ambas as artes a iniciar negociações partindo das bases expostas no plano.
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