Cuba reitera falta de provas sobre supostos ataques sônicos
Havana, 10 jun(Xinhua) -- O Ministério das Relações Exteriores de Cuba reiterou neste domingo a falta de provas relacionadas aos supostos ataques sônicos sofridos pelos diplomatas norte-americanos no país caribenho.
Em um comunicado oficial, o ministério divulgou que em 29 de maio, a Embaixada dos EUA em Havana informou que um de suas funcionárias apresentou sintomas resultantes de "sons indefinidos" em sua residência.
Segundo fontes, o governo cubano atribuiu grande importância à questão e pediu ao lado americano para permitir que médicos especializados vissem a funcionária.
O incidente se somou a uma série de supostos danos sofridos por mais de 20 autoridades dos EUA e suas famílias em Cuba depois de "ataques acústicos".
Como em casos anteriores, autoridades e especialistas cubanos não tiveram acesso à funcionária, destacou a declaração.
"Durante exaustiva e urgente investigação realizada nas proximidades da residência da funcionária, nenhuma evidência foi encontrada de qualquer som que possa causar danos à saúde", dizia o comunicado.
"Cuba reiterou publicamente e oficialmente sua disposição de cooperar seriamente na busca conjunta por respostas, esclarecimentos e solução dos fatos alegados", disse o ministério.
O governo dos EUA reduziu drasticamente seu pessoal na nação insular e expulsou diplomatas cubanos dos Estados Unidos, além de emitir alertas de viagem contra Cuba.
O governo cubano disse que, após mais de um ano de investigações, não há conclusões científicas que justifiquem as ações da Casa Branca em detrimento das relações bilaterais.
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