Esforço da China para reduzir a pobreza é histórico, diz Banco Mundial

2017-10-13 09:35:14丨portuguese.xinhuanet.com

Washington, 12 out (Xinhua) -- O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, disse na quinta-feira que o esforço da China para ajudar 800 milhões de pessoas a sair da pobreza é histórico.

"Sinceramente, este é um dos grandes fatos na história humana", disse Kim em uma coletiva de imprensa para marcar o começo das reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM), ocasião em que comentou sobre os esforços chineses para a redução da pobreza.

"Com a evolução do sistema econômico chinês e sua entrada no mercado mundial, a China tirou mais de 800 milhões de pessoas da pobreza", disse o chefe do Banco Mundial.

A China é um importante contribuinte para o progresso da redução da pobreza no mundo, e a proporção das pessoas em pobreza extrema no mundo caiu para menos de 10%, em relação aos 40% anteriores, disse Kim.

"As lições que aprendemos na China... o fato de 800 milhões de pessoas terem saído da pobreza, as lições que aprendemos ao trabalhar na China são muito úteis para os outros países de renda média", disse Kim.

Segundo Kim, o Banco Mundial continuará a trabalhar com a China nas áreas como a reforma do sistema de saúde e garantia do acesso aos serviços sociais nas regiões distantes do país.

Sobre a perspectiva econômica da China, Kim disse que o país tem feito progresso na redução da sua dependência por investimentos e exportações e se concentrou no consumo interno e setor de serviços.

"A China tomou o rumo dessa mudança, que eles chamam de rápido crescimento para o crescimento econômico com foco na qualidade", disse Kim.

Na mesma coletiva, a chefe do FMI, Christine Lagarde, disse que o órgão revisou para cima a perspectiva econômica da China em 2017 e 2018 devido ao seu estímulo fiscal.

"Saudamos as decisões que foram feitas, particularmente pelo BPC (Banco Popular da China, o Banco Central) para controlar e reduzir verdadeiramente o crédito", disse Lagarde.

Lagarde sugeriu ainda que a China continue com as políticas para controlar o crescimento do crédito, a fim de prevenir riscos financeiros.

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